Pentest Web
Teste de intrusão em aplicações web.
Pilar
Teste de intrusão conduzido sobre um alvo definido, com escopo autorizado, para identificar vulnerabilidades exploráveis e avaliar o impacto real de cada uma.
Diferentemente de uma varredura automatizada, um teste de intrusão busca confirmar se uma vulnerabilidade é de fato explorável no contexto avaliado, e qual o impacto de explorá-la. Um achado sem evidência de exploração é uma hipótese; com evidência, vira uma decisão de correção com prioridade definida.
A modalidade é escolhida pelo tipo de alvo. Um mesmo ambiente pode demandar mais de uma — uma aplicação exposta e a infraestrutura que a sustenta são superfícies distintas, com técnicas e critérios distintos.
Teste de intrusão em aplicações web.
Teste de intrusão em interfaces de programação.
Teste de intrusão em redes, servidores e serviços expostos.
Teste de intrusão em redes sem fio.
Teste de intrusão em aplicações Android.
Teste de intrusão em aplicações iOS.
Teste de intrusão em sistemas de identificação por radiofrequência.
Nenhuma abordagem é melhor que as outras em termos absolutos. A escolha depende do objetivo da avaliação, do escopo acordado e do tempo disponível — e é definida em conjunto antes do início.
Black Box
A avaliação parte sem informação privilegiada sobre o alvo. Aproxima-se da posição de quem ataca de fora, mas gasta parte do esforço em descoberta.
Grey Box
Informação parcial é fornecida — credenciais de usuário comum, documentação ou topologia. Equilibra realismo e cobertura dentro do tempo disponível.
White Box
Acesso amplo a informação, configuração e, quando aplicável, código. Favorece profundidade e cobertura, com menos ênfase na simulação de descoberta.
Descreva o alvo e o objetivo da avaliação. O escopo é formalizado e autorizado antes de qualquer execução.